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Fica Comigo
Ano de estreia: 2015
Fica Comigo conta a estória de um antigo Guardador de Memórias que passou a vida inteira encaixotando suas lembranças nos porões da imaginação. Ao perceber o peso e a riqueza dessas histórias acumuladas, ele decide revisitar momentos especiais de sua trajetória, contando com a ajuda de três bonecos que ganham vida e o acompanham nessa aventura sensível em forma de dança.
Entre brincadeiras, jogos e imagens poéticas, o espetáculo constrói um clima de encantamento, atravessado por valores como amizade, amor, respeito e saudade. Voltado para públicos de todas as idades, a obra convida à escuta das emoções e à celebração da memória como espaço de afeto, imaginação e encontro.
Ficha técnica
Direção e Coreografia: Daniel Calvet
Concepção: João Gross e Daniel Calvet
Colaboração Coreográfica e Interpretação: Isabel Mamede, João Gross, Thays Natsuki e Daniel Calvet
Iluminação e Projeção: Daniel Calvet
Cenário: Daniel Calvet
Figurino: Amanda Marques e Juliana Franco
Visagismo e Adereços: Pedro Fleury
Montagem e Operação de Luz: Roosevelt Saavedra
Produção: Marci Dornelas
Assessoria de Imprensa: Agência Lumieira
Assessoria de Mídias Digitais: Fl@vio
Design Gráfico: Daniel Calvet
Fotografia: Lu Barcelos | Chocolate Fotografias
Duração: 45 minutos
Classificação: Livre
Fica Comigo conta a estória de um antigo Guardador de Memórias que passou a vida inteira encaixotando suas lembranças nos porões da imaginação. Ao perceber o peso e a riqueza dessas histórias acumuladas, ele decide revisitar momentos especiais de sua trajetória, contando com a ajuda de três bonecos que ganham vida e o acompanham nessa aventura sensível em forma de dança.
Entre brincadeiras, jogos e imagens poéticas, o espetáculo constrói um clima de encantamento, atravessado por valores como amizade, amor, respeito e saudade. Voltado para públicos de todas as idades, a obra convida à escuta das emoções e à celebração da memória como espaço de afeto, imaginação e encontro.
Ficha técnica
Direção e Coreografia: Daniel Calvet
Concepção: João Gross e Daniel Calvet
Colaboração Coreográfica e Interpretação: Isabel Mamede, João Gross, Thays Natsuki e Daniel Calvet
Iluminação e Projeção: Daniel Calvet
Cenário: Daniel Calvet
Figurino: Amanda Marques e Juliana Franco
Visagismo e Adereços: Pedro Fleury
Montagem e Operação de Luz: Roosevelt Saavedra
Produção: Marci Dornelas
Assessoria de Imprensa: Agência Lumieira
Assessoria de Mídias Digitais: Fl@vio
Design Gráfico: Daniel Calvet
Fotografia: Lu Barcelos | Chocolate Fotografias
Duração: 45 minutos
Classificação: Livre


Dança Boba
Ano de estreia: 2018
Dança Boba é um espetáculo construído a partir de jogos de improviso entre dois intérpretes, onde a dança emerge da simplicidade, da escuta e da entrega ao instante. As ações em cena revelam uma poética desvelada, que se fortalece na relação direta entre os corpos e no compartilhamento de estados diversos.
Memórias, nostalgias, leveza, dramaticidade e ludicidade atravessam a cena, criando metáforas sobre uma estória que talvez — ou não — venha a ser contada. O espetáculo convida o público a habitar esse espaço de abertura, onde o gesto simples ganha potência e a dança se afirma como experiência viva e sensível.
Ficha técnica
Direção Geral: Daniel Calvet
Pesquisa: Daniel Calvet e Gleysson Moreira
Interpretação: Daniel Calvet e João Paulo Gross
Iluminação, Cenografia e Projeção: Daniel Calvet
Figurino: Marílio Cabrita
Montagem e Operação de Luz: Roosevelt Saavedra
Produção: Marci Dornelas
Fotografia: Lu Barcelos | Chocolate Fotografias
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre
Dança Boba é um espetáculo construído a partir de jogos de improviso entre dois intérpretes, onde a dança emerge da simplicidade, da escuta e da entrega ao instante. As ações em cena revelam uma poética desvelada, que se fortalece na relação direta entre os corpos e no compartilhamento de estados diversos.
Memórias, nostalgias, leveza, dramaticidade e ludicidade atravessam a cena, criando metáforas sobre uma estória que talvez — ou não — venha a ser contada. O espetáculo convida o público a habitar esse espaço de abertura, onde o gesto simples ganha potência e a dança se afirma como experiência viva e sensível.
Ficha técnica
Direção Geral: Daniel Calvet
Pesquisa: Daniel Calvet e Gleysson Moreira
Interpretação: Daniel Calvet e João Paulo Gross
Iluminação, Cenografia e Projeção: Daniel Calvet
Figurino: Marílio Cabrita
Montagem e Operação de Luz: Roosevelt Saavedra
Produção: Marci Dornelas
Fotografia: Lu Barcelos | Chocolate Fotografias
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre


Marear
Como rios que se encontram no mar, três mulheres se lançam
numa jornada sensível e coletiva, onde o movimento é matéria viva de reflexão e existência. Cada gesto brota do silêncio e constrói, camada por camada, uma paisagem que se move entre o íntimo e o universal, entre a calmaria e o caos.
Uma celebração do feminino como potência transformadora, convite para deixar-se MAReAR: mover-se por dentro, tocar suas próprias águas e reencontrar-se com a força de estar vivo.
numa jornada sensível e coletiva, onde o movimento é matéria viva de reflexão e existência. Cada gesto brota do silêncio e constrói, camada por camada, uma paisagem que se move entre o íntimo e o universal, entre a calmaria e o caos.
Uma celebração do feminino como potência transformadora, convite para deixar-se MAReAR: mover-se por dentro, tocar suas próprias águas e reencontrar-se com a força de estar vivo.


O Crivo
Ano de estreia: 2015
O Crivo é um espetáculo de dança inspirado na obra Primeiras Estórias, de João Guimarães Rosa. Em cena, dois homens constroem e atravessam relações que se revelam no percurso por um sertão simbólico — não geográfico, mas um espaço de vazio, solidão e escuta.
Atravessado pelo som da natureza e pelas composições de Villa-Lobos, Francisco Mignone e Arthur Moreira Lima, o espetáculo investiga encontros, diálogos e transformações, tensionando o que muda e o que permanece em cada indivíduo. Entre força e delicadeza, o tempo se fragmenta e os corpos se esgotam na busca pela essência do ser. A dramaturgia se desenha no mistério, na convivência e na comoção, revelando a condição humana em sua forma mais íntima e completa.
Duração: 45 minutos
Classificação: Livre
Ficha técnica
Direção Geral: João Gross
Criação e Pesquisa: João Gross e Carolina Ribeiro
Interpretação: Daniel Calvet e João Paulo Gross
Figurino: Flora Maria + Anunciação
Iluminação: Henrique Rodovalho
Produção: Marci Dornelas
Fotografia: Lu Barcelos | Chocolate Fotografias
O Crivo é um espetáculo de dança inspirado na obra Primeiras Estórias, de João Guimarães Rosa. Em cena, dois homens constroem e atravessam relações que se revelam no percurso por um sertão simbólico — não geográfico, mas um espaço de vazio, solidão e escuta.
Atravessado pelo som da natureza e pelas composições de Villa-Lobos, Francisco Mignone e Arthur Moreira Lima, o espetáculo investiga encontros, diálogos e transformações, tensionando o que muda e o que permanece em cada indivíduo. Entre força e delicadeza, o tempo se fragmenta e os corpos se esgotam na busca pela essência do ser. A dramaturgia se desenha no mistério, na convivência e na comoção, revelando a condição humana em sua forma mais íntima e completa.
Duração: 45 minutos
Classificação: Livre
Ficha técnica
Direção Geral: João Gross
Criação e Pesquisa: João Gross e Carolina Ribeiro
Interpretação: Daniel Calvet e João Paulo Gross
Figurino: Flora Maria + Anunciação
Iluminação: Henrique Rodovalho
Produção: Marci Dornelas
Fotografia: Lu Barcelos | Chocolate Fotografias


Dança Inacabada
Ano de estreia: 2015
Dança Inacabana propõe uma investigação sensível sobre o que constitui um artista: seus impulsos, limites, desejos e a força que o move a criar. A obra se constrói a partir de perguntas fundamentais — sobre reconhecimento, vocação, pulsão e paixão — que atravessam o corpo e se revelam no gesto.
A dança surge como conversa, depoimento e declaração, conduzindo o espectador a uma travessia íntima em direção à paixão necessária — aquela que mantém o artista vivo. Entre instinto, amor e risco, o espetáculo se afirma como um documentário poético do gesto, onde memórias se constroem no fluxo contínuo do corpo, a cada respiração e a cada passo. Na simplicidade e delicadeza do movimento, revela-se uma grande história feita de cuidado, ternura, alma e coração.
Ficha técnica
Concepção, Direção Geral, Coreografia e Interpretação: Daniel Calvet
Figurino: Daniel Calvet
Iluminação: Daniel Calvet
Pesquisa Musical: Daniel Calvet
Projeção: Daniel Calvet
Produção: Ateliê do Gesto
Duração: 50 minutos
Classificação: 14 anos
Dança Inacabana propõe uma investigação sensível sobre o que constitui um artista: seus impulsos, limites, desejos e a força que o move a criar. A obra se constrói a partir de perguntas fundamentais — sobre reconhecimento, vocação, pulsão e paixão — que atravessam o corpo e se revelam no gesto.
A dança surge como conversa, depoimento e declaração, conduzindo o espectador a uma travessia íntima em direção à paixão necessária — aquela que mantém o artista vivo. Entre instinto, amor e risco, o espetáculo se afirma como um documentário poético do gesto, onde memórias se constroem no fluxo contínuo do corpo, a cada respiração e a cada passo. Na simplicidade e delicadeza do movimento, revela-se uma grande história feita de cuidado, ternura, alma e coração.
Ficha técnica
Concepção, Direção Geral, Coreografia e Interpretação: Daniel Calvet
Figurino: Daniel Calvet
Iluminação: Daniel Calvet
Pesquisa Musical: Daniel Calvet
Projeção: Daniel Calvet
Produção: Ateliê do Gesto
Duração: 50 minutos
Classificação: 14 anos


Meninos
Ano: 2017
Meninos é um projeto fotográfico que investiga a masculinidade a partir do gesto, do corpo e da presença. Por meio de imagens íntimas e diretas, o trabalho revela estados de vulnerabilidade, força e delicadeza, tensionando construções sociais e afetivas do ser masculino. A fotografia se torna espaço de escuta e revelação, onde o corpo fala antes da palavra.
Direção e Fotografia: Daniel Calvet
Modelos: Gleysson Moreira e Pedro Fleury
Meninos é um projeto fotográfico que investiga a masculinidade a partir do gesto, do corpo e da presença. Por meio de imagens íntimas e diretas, o trabalho revela estados de vulnerabilidade, força e delicadeza, tensionando construções sociais e afetivas do ser masculino. A fotografia se torna espaço de escuta e revelação, onde o corpo fala antes da palavra.
Direção e Fotografia: Daniel Calvet
Modelos: Gleysson Moreira e Pedro Fleury


Cru
Ano de estreia: 2019
CRU é um exercício poético de resignificação do material coreográfico do espetáculo O Crivo, propondo um novo olhar e um aprofundamento estético que expõe, com maior nitidez, as linhas de tensão da obra. A partir desse deslocamento, o espetáculo investiga o corpo amadurecido ao longo de quatro anos de pesquisa do grupo.
Entre auto-diálogos e estados de entrega, a cena se constr ói como um percurso sensível através da perplexidade das imagens roseanas, instaurando caminhos inusitados — onde “aquilo que não havia acontecia”. Metáforas e fragmentos emergem como lições de atordoamento: a eternidade cabendo em um minuto, um rio com três margens, o nada como condição. Em cena, o homem se confronta com o inexplicável, preso à sua finitude infinita e à dificuldade de tomar posse plena de sua humanidade.
Ficha técnica
Direção Geral e Coreografia: João Paulo Gross
Pesquisa de Movimento e Interpretação: Daniel Calvet e João Paulo Gross
Iluminação: Daniel Calvet
Figurino: Flora Maria e Anunciação
Pesquisa Musical: João Paulo Gross
Produção: Marci Dornelas
Fotografia: Lu Barcelos | Chocolate Fotografias
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre
CRU é um exercício poético de resignificação do material coreográfico do espetáculo O Crivo, propondo um novo olhar e um aprofundamento estético que expõe, com maior nitidez, as linhas de tensão da obra. A partir desse deslocamento, o espetáculo investiga o corpo amadurecido ao longo de quatro anos de pesquisa do grupo.
Entre auto-diálogos e estados de entrega, a cena se constr ói como um percurso sensível através da perplexidade das imagens roseanas, instaurando caminhos inusitados — onde “aquilo que não havia acontecia”. Metáforas e fragmentos emergem como lições de atordoamento: a eternidade cabendo em um minuto, um rio com três margens, o nada como condição. Em cena, o homem se confronta com o inexplicável, preso à sua finitude infinita e à dificuldade de tomar posse plena de sua humanidade.
Ficha técnica
Direção Geral e Coreografia: João Paulo Gross
Pesquisa de Movimento e Interpretação: Daniel Calvet e João Paulo Gross
Iluminação: Daniel Calvet
Figurino: Flora Maria e Anunciação
Pesquisa Musical: João Paulo Gross
Produção: Marci Dornelas
Fotografia: Lu Barcelos | Chocolate Fotografias
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre


Natureza Morta
Ano de estreia: 2017
Natureza Morta é um espetáculo de dança livremente inspirado na vida e obra do artista plástico Farnese de Andrade, conhecido como o Arquiteto da Dor. Em diálogo com o barroco e sua riqueza de linguagem, a obra propõe uma reflexão sensível sobre as relações humanas e nossa permanência no mundo.
Confinados no espaço cênico, dois homens investigam questões essenciais da condição humana, trazendo o pensamento barroco para a contemporaneidade por meio de imagens que revelam força e fragilidade. Corpos constituídos de carnes, ossos, vísceras, memórias e líquidos se afirmam em cena, enquanto a dramaturgia dilata o tempo e convida o olhar a percorrer lentamente cada ação. Entre presença e ausência, o espetáculo tensiona a pulsão constante entre vida e morte.
Ficha técnica
Direção Geral, Concepção e Coreografia: João Paulo Gross
Dramaturgia: Verônica Prates
Pesquisa de Movimento: Maíra Maneschy e João Paulo Gross
Interpretação: Daniel Calvet e João Paulo Gross
Iluminação: Daniel Calvet
Figurino: Daniel Calvet e Marlan Cotrim
Trilha Sonora: Pedro Mendonça
Montagem e Operação de Luz: Sérgio Galvão
Produção Executiva: Giselle Carvalho
Fotografia: Lu Barcelos | Chocolate Fotografias
Duração: 45 minutos
Classificação: 12 anos
Natureza Morta é um espetáculo de dança livremente inspirado na vida e obra do artista plástico Farnese de Andrade, conhecido como o Arquiteto da Dor. Em diálogo com o barroco e sua riqueza de linguagem, a obra propõe uma reflexão sensível sobre as relações humanas e nossa permanência no mundo.
Confinados no espaço cênico, dois homens investigam questões essenciais da condição humana, trazendo o pensamento barroco para a contemporaneidade por meio de imagens que revelam força e fragilidade. Corpos constituídos de carnes, ossos, vísceras, memórias e líquidos se afirmam em cena, enquanto a dramaturgia dilata o tempo e convida o olhar a percorrer lentamente cada ação. Entre presença e ausência, o espetáculo tensiona a pulsão constante entre vida e morte.
Ficha técnica
Direção Geral, Concepção e Coreografia: João Paulo Gross
Dramaturgia: Verônica Prates
Pesquisa de Movimento: Maíra Maneschy e João Paulo Gross
Interpretação: Daniel Calvet e João Paulo Gross
Iluminação: Daniel Calvet
Figurino: Daniel Calvet e Marlan Cotrim
Trilha Sonora: Pedro Mendonça
Montagem e Operação de Luz: Sérgio Galvão
Produção Executiva: Giselle Carvalho
Fotografia: Lu Barcelos | Chocolate Fotografias
Duração: 45 minutos
Classificação: 12 anos


Fotografia Cênica
As fotografias cênicas de Daniel Calvet captam o corpo em estado de presença, revelando gestos, atmosferas e tensões que atravessam a cena. Mais do que registro, a imagem se torna extensão do espetáculo, preservando o instante e transformando o movimento em memória sensível.


Monstro
Monstro é um projeto fotográfico que investiga o corpo como território de tensão, estranhamento e transformação. A imagem revela estados limítrofes da presença, onde gesto, matéria e identidade se deslocam, abrindo espaço para o que é bruto, sensível e indefinido. O corpo-monstro surge não como ameaça, mas como potência — aquilo que escapa, transborda e insiste em existir.
Fotografia: Daniel Calvet
Pesquisa Corporal: Marcus Buiat
Fotografia: Daniel Calvet
Pesquisa Corporal: Marcus Buiat


Paisagens Corporais
Paisagens Corporais é um projeto fotográfico que investiga o corpo como território sensível e espaço de travessia. Por meio do gesto, da forma e da presença, a imagem constrói paisagens que não são geográficas, mas afetivas, lugares onde memória, tempo e matéria se inscrevem no corpo. A fotografia se torna campo de observação e escuta, revelando o corpo como paisagem viva em constante transformação.
Direção e Fotografia: Daniel Calvet
Modelo: João Gross
Direção e Fotografia: Daniel Calvet
Modelo: João Gross


Audiovisual
Os projetos audiovisuais do Ateliê do Gesto expandem a cena para o campo da imagem em movimento, explorando o corpo, o gesto e o tempo como linguagem. Entre dança, cinema e experimentação, os trabalhos criam narrativas sensíveis que investigam presença, memória e transformação, onde o audiovisual se torna espaço de escuta, atravessamento e poesia.


Oficinas
• ESTUDOS PARA O CORPO CONTEMPORÂNEO
• IMPROVISAÇÃO E GESTUALIDADE
• CONTATO E IMPROVISAÇÃO
• CORPO VIVO - Oficina para crianças
Nossas oficinas propõem a investigação do corpo e tem como referência a consciência corporal, a construção e estruturação técnica. Baseiam-se no estudo do movimento para a percepção sensorial e construção poética.
• IMPROVISAÇÃO E GESTUALIDADE
• CONTATO E IMPROVISAÇÃO
• CORPO VIVO - Oficina para crianças
Nossas oficinas propõem a investigação do corpo e tem como referência a consciência corporal, a construção e estruturação técnica. Baseiam-se no estudo do movimento para a percepção sensorial e construção poética.
Fale com o Ateliê.
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